É possível fazer um argumento pró-dívida com base em elementos macroeconômicos, é claro. Saímos, assim, da realidade do nosso dia-a-dia cada vez mais, e entramos na estratosfera das teorias econômicas. Podemos falar da análise do grau de dependência de crédito na composição do PIB das nações desenvolvidas. E em seguida a análise da sinergia que há entre os melhores PIBs per capita e IDHs do mundo com o volume do mercado de crédito nestas mesmas praças. É possível lotar prateleiras inteiras com argumentos pró-crédito.

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