A inteligência serve para conhecer a realidade, e não as abstrações. Aquilo que a abstração aponta tem que existir na realidade das coisas sensíveis, ou então não existe de jeito nenhum. Então a disciplina da memória nesse sentido tem que funcionar como uma espécie de investigação das raízes sensíveis por trás de todas as abstrações, ou mais genericamente as "coisas intelectuais", em suma, criações nossas. É quando você refaz de trás para frente essa busca para achar o que tem de real e sensível por detrás de um pensamento (supondo, é claro, que haja algo de real fundamentando) que você reconhece ali a realidade, por si mesmo.

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