Claro que podemos contaminar a especulação com dúvidas tolas e presunçosas, que é o espírito normal desses nossos dias. Eu me reservo o direito de não ser obrigado a isto, e agradeço antecipadamente por me deixarem exercê-lo. Desejo boa sorte aos que seguirem outra trilha. Faz parte de um desejo desproporcional e abusado de domínio, um negócio que vem desde o Jardim do Éden, mas que já é banal a esta altura. Prefiro seguir contando com aquilo que eu já conto no dia-a-dia, do que permitir a entrada destes elementos esquisitos, espertezas sutis. Segue-se duvidando porque não se aceita a ilimitada ignorância humana como um dos dados iniciais do problema. Por exemplo: existe um número determinado de fios de cabelo na minha cabeça. Não é honesto exigir que primeiro se diga quantos são, para que se possa dizer então, aí sim, que eles existem em uma quantidade determinada. Qualquer quadrúpede deve saber que o segundo conhecimento precede e independe do primeiro.

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