Convenções e individuação

Querer prender alguém nas ocasiões sociais é uma besteira enorme, porque o melhor que ele vai fazer para esta comunidade não é participar dela indiferenciadamente, mas sendo ele mesmo, com o melhor que ele tem a mostrar e que ele não pode descobrir dentro dela. É o que dizia o Goethe: “o talento se aprimora na solidão; o caráter, na agitação do mundo“. As convenções servem, enfim, para aquele sujeito que se desenvolve solitariamente poder chegar lá depois e ser ele mesmo, e contribuir daquela forma única que só ele pode.

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