O que nos importa é ter uma dose elevada de prudência diante da "sabedoria" contemporênea. Devemos contar aqui e ali os filósofos modernos que realmente continuaram o projeto originário (v. a História Essencial da Filosofia de Olavo de Carvalho), e o resto devemos observar como umas coisas esquisitas que aconteceram e que não têm muita importância no fim das contas. É desnecessário dizer que para isto é preciso desenvolver uma paciência com a Academia, isso para não falar de jornalistas e da mídia… precisamos fazer entrar as bobagens por um ouvido e sair pelo outro.

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