Do tom reclamatório

Quando leio ou ouço uma reclamação justa, se bem escrita ou dita, costumo admirar. Sobretudo, quanto mais justo for o motivo, e quanto maior for o sinal da sua nobreza, mais admirado fico. O que não muda o fato de que toda reclamação é uma declaração de impotência: quem pode faz, não se queixa.

Quero defender o meu tom, quero dizer que ele é justo, e que não há outra forma de proceder em certas situações. Eu sei que em outros tempos minhas aulas eram limpas e tranquilas, sem um grama de veneno salivado, com aquela objetividade maravilhosa. Ora, eu gostaria de falar assim de novo. Meu sonho é conseguir fazer isso, ter esta tranquilidade.

Mas, no jogo dos balanços e contra-balanços da vida, virei em nome da harmonia, da paz, da bondade aos outros e comigo mesmo (que ninguém é de ferro), um equilibrista diário, tendo que lidar com todo tipo de pressão interna e externa sem nada ignorar, que seria o expediente mais fácil —e é sempre— de aliviar-se da realidade.

Hoje, destilo ódio sem clemência, confesso, porque o sentimento transborda do coração como um caldo quente fumegante, explodindo, como reação autêntica e total do meu ser ao que se me oferece no dia-a-dia miserável, de uma ignorância colossal, de uma estupidez sem limites.

Você não pode amar direito, se você não odeia direito. Para amar as coisas que eu amo, devo odiar as suas contrárias, na mesma intensidade. Um ódio contido, disfarçado, amenizado, é reflexo de um amor igualmente doente.

Eu desejo a crítica de vocês, meus poucos bons amigos e alunos, mas quero que seja uma crítica qualificada.

Mais que desejar, eu exijo, se me cabe o direito de não ser mal interpretado, e de não ser ignorado. Talvez, um dia, como a última gota, como a última lição divina diante da minha pretensão, me caiba enfim ser tratado com indiferença como tanto trato o mundo. Talvez seja esse o meu destino, um dia. Mas, como diz Aragorn, “it is not this day“. É o que quero acreditar, que vocês estão comigo. Porque eu estou com vocês, não tenham dúvida; em certo sentido, e descontando o próprio Deus, é claro, se pensarem bem verão que é para vocês que eu vivo.

Então tenho que ser sincero, e espero, entre as poucas esperanças que ainda ouso colecionar a esta altura, que possa ser apreendido com profundidade, e que seja útil.

Em primeiro lugar, e como lembrete essencial, pelo amor de Deus, entendam de uma vez por todas que a filosofia é uma atividade total do ser humano; não é uma coisa como as outras, não é uma seção, um departamento, um assunto. Quem busca a verdade, busca a verdade completa, a unidade do mundo real, e só pode fazê-lo porque é também um indivíduo com unidade, uma unidade real.

Ora, se estou querendo subir pelas paredes, de raiva, quase espumando de tanto ódio, quase cuspindo fogo, como é que eu vou ignorar isso? Devo fazer de conta que sou um cientista “imune”, analisando filosoficamente qualquer assunto, provavelmente a coisa mais irrelevante do planeta Terra?

Já disse que as emoções são, na verdade, um ótimo recurso para a investigação de nós mesmos, para o autoconhecimento. Talvez deva voltar um pouco a este ponto.

Uma emoção é uma reação básica da individualidade completa (Olavo diria “do organismo psico-físico”), não trabalhada intelectualmente, mas já racional. Isto é importante.

Costuma-se ignorar aquela lição do Zubiri, que alerta para a racionalidade embutida já nas sensações humanas. O ser humano não é um animal racional no sentido de “animal + racional”, como se fosse uma conta de adição, uma mistura, um composto de duas coisas estranhas. Não. Nós somos animais racionais, animais informados pela razão, desde a percepção sensível. A Razão, ou o Logos, não entra depois da animalidade nas nossas vidas. Entra junto e imediatamente, sempre. Do contrário, não poderia entrar nunca: nunca seria possível racionalizar o animal, se este animal humano já não fosse racionalizado desde sempre e completamente. Mais do que isso, até o próprio cristianismo, se você pensar bem, depende desta verdade: porque o Logos decidiu encarnar justamente nesta forma. Ou seja, a encarnação do próprio Logos se dá na forma humana, porque esta é a forma própria de encarnação do Logos no mundo. Nós fomos projetados para isso. Nós somos a ponte entre dois mundos na nossa própria forma específica. Somos meio animais e meio deuses, homo pontifex ligando dois mundos.

Uma emoção parece ser irracional porque não é uma reação consciente, ou seja, intelectualizada. Você começa a trabalhar conscientemente uma emoção quando a verbaliza, e isto, senhores, é nada menos que a arte da psicoterapia inteira. Para não falar da inspiração poética. Se as emoções fossem irracionais, seria impossível verbalizá-las, seria impossível tomarmos consciência do Logos, da razão, que já está embutida dentro delas, esperando apenas a sua formulação verbal. E, mais ainda, se fossem irracionais, as emoções não poderiam jamais afetar o ser humano como afetam realmente, pois ele poderia fazer facilmente uso da razão para livrar-se delas, como se usasse um desinfetante.

As emoções são ferramentas maravilhosas, porque é como se o corpo tivesse entendido algo, e a mente ainda não. O corpo é mais rápido. O corpo é a “tropa de vanguarda”, é a “ponta da lança”. Uma emoção é como um relatório dos “soldados no campo”. O corpo reage, embora a mente não tenha ordenado a reação, porque ele tem algo a dizer: “percebi alguma coisa, que você não conseguiu, ou não quis ver”. Nossas emoções são antenas, sensores ligados no mundo, captando a realidade para além da nossa pobre atenção consciente, que só consegue se concentrar em uma coisinha de cada vez. Cabe, aqui dentro, um mundo de cogitações sobre as percepções extrassensoriais, visões de espectros, intuições mudas proféticas, etc.: tudo isto pode ser muito mais físico do que espiritual, do que normalmente se imagina, e o nosso corpo pode servir para absorver —e certamente o faz— muito mais informações do que a nossa mente consciente consegue suportar, a coitada. A consciência desperta é muito delicada, e é bastante lenta. O corpo é mais robusto, e também mais rápido. Há testemunhos significativos de experiências de quase-morte, onde as pessoas relatam sentir os seus corpos, depois que voltam do outro mundo, como se estes fossem “proteções”, “armaduras”, para proteger a psique da pessoa do volume imenso de informações caóticas na realidade ao redor. Não posso subscrever completamente isso, mas há uma razoabilidade aí, de entender as emoções como reações legítimas a certas informações já tratadas pelas sensações corporais.

Já relatei para vocês, como exemplo, aquele caso da UNIP, em que levantei e fui embora daquele lugar numa reação que levou uns dois minutos, no máximo. Foi uma reação emocional, 100%. E foi, também, 100% legitimamente racional. Para eu entender bem, levou bem mais tempo, é claro. Meu corpo me disse, naquele momento: “não faça papel de idiota, saia daqui”. Eu fiz isso, e fui entender as razões depois. Ora, poder-se-ia alegar, é claro, que o que a mente faz depois é racionalizar uma reação irracional, como se fosse uma justificativa posterior e postiça ao momento da reação, um verniz. Este dispositivo da racionalização, tão famoso na psicologia, pode ter lá a sua efetividade, mas não é disso que estou falando. Estou falando de você ser capaz de desentranhar a racionalidade embutida numa reação emocional através da confissão da realidade vivida. É claro que, para fazer isso, você não pode confundir emoção com irracionalidade. Como vai levar uns 300 anos para a psicologia entender Zubiri e essa coisa toda de “sensação inteligente”, e eu não tenho 300 anos para esperar eles entenderem, vou direto ao ponto, e defendo a emoção como uma reação legítima do animal racional que somos. Não é a psicologia que cura, é a confissão da realidade, e é só enquanto tal que a psicologia pode curar. A confissão é a nossa admissão de que o corpo percebe mais do que nossa mente consciente, porque obviamente Deus fala mais coisas com os fatos do que podemos suportar na consciência de cada momento. Deus faz isso, mas o corpo que Ele nos deu pode receber a mensagem e codificá-la em emoções traduzíveis pela consciência através da confissão sincera. Ora, não se pode confessar sinceramente, sem ter como ponto de partida a emoção real, seja ela qual for. As sensações corporais são uma tecnologia de comunicação que vai muito além de prazer e dor, como tolamente costumamos acreditar. É toda uma interface de captação da relação do Logos com o mundo físico.

Espero ter sido claro, mas estou à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Dito isso, quero declarar sem receios o meu ódio total, completo e irreversível, contra a absurda pretensão de legitimidade deste mundo de mentiras no qual vivo, não o mundo de Deus, o real, mas este imaginado pelos meus toscos colegas de convívio social. Estou furioso!

OUSAM os tais energúmenos —tais bestas estúpidas, animais desalmados, insensíveis como um poste, quadrúpedes mal alfabetizados, corja de farsantes, empolados nas suas vidinhas miseráveis com a segurança de um inseto em cima de um monte de bosta—, acreditar secretamente que um tipo como eu sou um desajustado, frustrado, impotente de viver uma vidinha tão maravilhosa como a que eles vivem. Como se por um minuto eu estivesse querendo ser como eles! Imaginam meus sentimentos: “Ai que inveja dos estúpidos! Ai, como eu queria ser ignorante que nem eles!”. É grotesco.

Não é a mim que ofendem, mas a verdade que eu amo, a verdade da minha própria vida, e por isto estou possesso, e aceito estar, porque possesso por algo bom, sentimento fiel ao que há de nobre no mundo. Algo que encontrei depois de muito procurar, e de pagar pela procura com sofrimento bem real.

Mas digo que acreditam “secretamente”, porque nenhum idiota jamais teve a pachorra coragem de dizer algo assim para mim, porque ouviria algo umas dez vezes pior do que escrevi aqui, e pior de tudo, com justiça. Porque eu teria condições de ser bem criativo na crueldade, que o sangue espanhol ajuda nessas horas, eu bem sei.

Nunca fui perverso, nem cruel, nem sádico. Afasto-me dessas coisas. Tenho quatro planetas em Câncer, meu Deus, sou a criatura mais dócil e inofensiva do universo. Mas que não tripudiem de mim pelas costas, porque não preciso sequer de um olhar malicioso, um sorriso de canto de boca, para perceber a malícia: tenho um certo equipamento, Marte em Escorpião na I. Sou um detector nato de malícia*.

A dissimulação fingida só me faz duplicar a fúria, por crerem mesmo que tenho a sensibilidade de poste que é, na verdade, característica deles.

Se eu fosse cruel mesmo, eu publicaria estas palavras, e mais outras bem fortes, e bem calculadas, e construiria a maior confusão dos diabos. Mas limito-me a usar este episódio que vivo hoje com finalidades estritamente escolares, como se usa um cocô num laboratório de química**.

Como vocês podem desejar que eu filosofe no meio desta cena triste, como se eu fosse imune a todo este cenário ao redor, e como se pudesse passar a mão na cabeça de tal gente, cuspindo ao mesmo tempo na face da verdade que eu pretendo amar?

É preciso ter integridade, até mesmo, ou principalmente, nestas situações. Digo-lhes: não sejam violentos. Porque eu não sou. Mas não deixem para lá as suas próprias vidas como se a filosofia fosse outra coisa, outro assunto. Não, o assunto é esse mesmo aí, que está te enchendo o saco todo dia. Este é o que importa. “Cave onde está”, ensina o Olavo. Então cave, não tema lidar com coisas “irrelevantes”, porque conforme o trabalho evolui, você percebe as tramas diversas que amarram os acontecimentos dentro da história do mundo, e dentro da própria composição da realidade do nosso universo.

Querem uma demonstração?

Vejamos, de onde sai o desprezo burguês e a pose de superioridade dos ignorantes diante da filosofia, e de onde sai o meu sentimento de desprezo pelo desprezo deles?

Todo intelectual, artista, pensador, etc., que se preze, e que não seja um vendido, é muito provavelmente um desajustado no mundo dos nossos dias. Porque, se não tiver a fortuna de uma herança ou de alguém que banque sua vida, ou então a fortuna de prescindir facilmente dos bens materiais de subsistência (que isto é, também, uma espécie de fortuna), vai ter que se virar entre ser útil numa sociedade desumanizada, e tentar cultivar e proteger ainda a sua intenção sincera de ser fiel ao que realmente ama, a verdade, a beleza, etc.

Amar a verdade, ou a beleza, ou a justiça, não tem nada a ver com a nossa sociedade. As pessoas não sabem do que se trata isso. Não foram nem informadas ainda de que estas coisas realmente existem. Acham que é coisa de desocupados, de vagabundos. Os estudantes “mais avançados” nas Universidades são treinados justamente para desconstruir e relativizar todas as idéias de verdade, beleza e justiça; ou seja, combatem na guerra cultural do lado do capeta.

Eu já estou achando melhor partir para o lado mais fácil da coisa, porque a facilidade também é um dom, de certa forma, um tipo de força, uma indicação de caminho: sejamos vagabundos, então, mas ainda assim muito mais nobres, incalculavelmente mais elevados, e apenas destituídos de poder temporal, como uma classe aristocrática vencida. E, de certo modo, é isso que somos mesmo.

Mas o “nosso lado”, a nossa causa, no fim, vence. Este é o sabor quase malicioso do sorriso no fim de tal tour de force: nós vamos vencer, porque a morte é nossa aliada, ou, melhor ainda, o quê está para lá da morte. Isto é tão verdade que, Deus nos livre, até se formos para o Inferno, o nosso lado vai vencer mesmo assim! Mesmo que morramos condenados, seremos guerreiros tombados pela causa certa, pecadores por outra razão menor, ou mesmo maior, mas não por sermos vendidos ao mundo como esta gentalha do quinto dos infernos com a qual convivemos. Mas, exagero, ultrapasso meus limites… ninguém quer ser condenado, que é a pior coisa que pode haver. É preferível passar até esta vida inteira num gulag, do que a eternidade no inferno.

Só quero lhes transmitir, sinceramente, a urgência desta resistência, sem temer o ódio como se ele fosse um pecado. Não é. Pecado é a ira, que é o ódio transformado em ação injusta, por não ser controlado, informado pelas virtudes.

E o ódio temperado, justo, é o melhor de todos: é o calor que fortalece como o de uma forja, sem destruir a própria arma.

Mas o que você faz com a arma? Aponta, invisivelmente, como uma espada invencível, contra tudo o que não presta, e diz a si mesmo: “sem acordo”. Digo isto não com animação de um briguento, mas até com a tristeza de ter que lidar com tal tipo de situação novamente na vida. Há quase dez anos atrás, rompia eu com uma pessoa de forma definitiva, por razões até menores do que as que sofro hoje. Isto no fim das contas é triste, porque guardo sempre o temor de ser injusto, de desagradar muito a Deus com isso, por birra de minha parte. Mas como pode ser birra, aquilo que é apenas a defesa de uma posição legítima, que você compreende do fundo do seu coração?

Consola o fato de saber que do outro lado as pessoas não são definitivamente nossas inimigas, elas apenas ocupam papéis inimigos. E elas são maiores que esses papéis, infinitamente maiores, almas imortais como nós, tão amadas como nós pelo mesmo Deus santíssimo. Não há o que reclamar da postura de ódio, porque é ódio a um papel bem determinado, ódio a uma posição. Odiar uma posição tomada erroneamente é amar o seu ocupante ao mesmo tempo. Não se cura doente respeitando doença.

O que Deus espera de mim? Se quisera saber se eu resistiria a ser como esses aí, como já resisti a ser como outros tipos antes, tipos que não são do mesmo material do qual me fez, então hoje completou-se um serviço. Resisti, não sou assim, não vou ser nunca. Mas talvez eu tenha que manter ainda um pouco mais este posto? É um mistério. Não entendo o que estou fazendo nesta posição de hoje. Mas, entendo que sou abençoado mesmo assim, numa lista enorme de coisas importantes. Então vou em frente. Não posso reclamar. Apenas, reclamo, porque às vezes reclamar é falar a verdade mesmo.


 

* Acrescento que, ter o Sol em Câncer na X, em conjunção com Vênus, Lua e Mercúrio, também turbina a percepção de sutilezas sociais, especialmente da posição de poder que as pessoas pretendem ter, autoridade, superioridade, etc.

** É verdade, também, que não causo uma celeuma pública, porque não gosto mesmo de discutir. Teria que decidir por uma ruptura total, que é o jeito nobre de se resolver um conflito com moscas. Mas, também é verdade, não me interessa fazer isto hoje, mesmo que em nome da verdade que eu amo, para no dia seguinte pagar com as consequências disso de forma deprimente, e também desrespeitosa com a verdade, porque irresponsável e inconsequente. Se a verdade quer que eu a ame, ela sabe o que isso me custa. E não vai reclamar muito, porque não quer, afinal, que eu morra por ela, mas que viva por ela. Que eu saiba, ao menos.

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2 respostas para “Do tom reclamatório”

  1. Atualmente condena-se muito o discurso de ódio, mas tu diferenciou muito bem o ódio da ira, que implica numa ação. Fiquei curioso para saber com mais detalhes qual foi esse episódio que tanto te emputeceu. Espero sabê-lo em breve.
    Nunca havia pensado nas emoções dessa maneira, como um raciocínio prévio. Bem interessante. Pensei em alguns exemplo e vi que se aplica. Ao receber uma notícia inesperadamente e realmente boa, às vezes antes mesmo do relator encerrar a notícia, já sentimos aquela euforia nascendo, e explodindo no segundo seguinte, e aí só depois pensamos a respeito, pensamos na efetivação do fato narrado pela notícia. Creio que seja isso.
    E o passar dos anos deixa a coisa cada vez mais assustadora mesmo em termos de ter de renunciar as verdades que você ama pra cumprir um papel de cara “””consciente”””” e “””sério”””” pra ganhar uns trocadinhos e sobreviver. Mas estou buscando fazer mais e me assustar menos. Renunciar menos essa Verdade.

    Abraços.

    1. O que nós aprendemos, desde que prestemos a devida atenção, é que nós somos muito maiores do que o nosso papel social, ou mesmo que a soma de todos os nossos papéis sociais. As emoções fortes são sinais de uma identidade muito mais robusta do que essa sopa de água com açúcar que costumamos apresentar aos outros e a nós mesmos. Exceto em casos traumáticos, só a literatura e as religiões (nas suas raízes) podem nos levar a uma abertura para experimentar mais conscientemente este nosso eu profundo, e mesmo ter a “experiência bárbara” de Deus, ou seja, Deus como força infinita, e não como um policial moralista desocupado que fica contando quantas punhetas batemos. Um ódio forte e justo é um tipo de experiência que ajuda a recuperar esse senso de proporções.

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