O dia em que eu queria ouvir música e ganhei o totalitarismo da OMS

oms

Ando com o rádio desligado esses dias.

Tive que fazer isso depois de uma experiência inusitada.

Num certo dia, a rádio que eu ouvia, que supostamente só toca música, parou um minuto a sua programação para dar uma notícia. Isso acontece de tempo em tempo. Pára a música e vem uma noticiazinha, uma curta qualquer. Até aí, tudo bem, não mata ninguém.

Mas então surgiu a voz noticiosa com seu conteúdo maligno, travestido da maior normalidade do mundo.

Digo logo: sou um sensível. Não sou tão forte, bruto, desligado e indiferente como talvez devesse ser, ao gosto dos mais frescos. Sou sensível, sim. Estou captando todo o tempo as sutilezas atmosféricas. Meu mapa natal carrega 75% de água, sou inteiro de uma grande sensibilidade, de fato. Eu me interesso pelas coisas, eu quero entender, quero saber o que é. Levo a sério. Se tem alguém que leva a sério, sou eu. Podem contar comigo. Se quiserem alguém que leve algo a sério, podem contar.

E não pude, na ocasião, simplesmente ignorar, simplesmente deixar para lá, todo o horror tirânico que era noticiado.

Disse-nos, a mim e a todos os ouvintes da rádio que supostamente só toca música, o seguinte, ou algo muito próximo disso: “a OMS, Organização Mundial da Saúde, afirmou que os governos usam pouco a tributação para convencer os fumantes a largar o vício”.

Choque. Espanto.

A notícia cessa, e volta a música, como se nada tivesse acontecido.

Pronto, não consigo mais parar de pensar no assunto. Não adianta mais tocar música agora. Não deviam ter parado, em primeiro lugar. Desligo o rádio, e desde então ele fica desligado. Só ando ouvindo Wagner esses dias. Muito Wagner. Wagner impera no meu som como se fosse um Zeus no Olimpo.

Talvez alguém ainda queira saber o motivo do meu espanto. Eu digo.

A OMS, que é uma organização totalitária agregada à potestade globalista, ousa, na sua grande sabedoria burocrática endossada por toda uma fila de especialistas bem pagos, dizer que os governos nacionais (eleitos PARA REPRESENTAR O SEU POVO, e não os interesses tirânicos da elite burocrática jamais eleita para coisa nenhuma) devem usar a tributação (usar a tributação! referem-se aos tributos explicitamente como instrumentos de engenharia social!) para convencer os cidadãos (sim, os cidadãos que ELEGEM os governos, que PAGAM os tributos) a fazer o que eles, globalistas, acham que é melhor para a vida dos outros. É muita ousadia, muita. Quem não entender isso, jamais entenderá o mundo em que vive.

Não só sou sensível, mas sou um libertário, eu acredito nos indivíduos e no seu direito de viver, um direito concedido por Deus, e não pela potestade globalista.

Restaria aos governantes das nações –se existisse justiça no mundo– humilharem, extirparem completamente do cenário político essas organizações incompetentes, inúteis e maléficas do mundo, de uma vez para sempre.

Seria apenas o reconhecimento de uma realidade. Como disse o John Bolton: “não existe esse negócio chamado ‘nações unidas’.”

 

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