Notas para Apresentação do Simbolismo Astrológico

1) Ciências Tradicionais

Cosmologia: a natureza como símbolo das realidades espirituais, e o conjunto da realidade natural como ordem sistêmica (cosmos).

Alquimia: os processos naturais de transformação na mutabilidade terrestre.

Astrologia: os astros como símbolos da mediação entre Céu e Terra.

 

2) Astrologia Tradicional e Moderna

A diferença entre ciência revelada e ciência natural, e a interferência das crenças iluministas na interpretação do simbolismo astrológico.

O simbolismo específico de Saturno como limite natural e como significante do limite entre o temporal e o além, ou supra-temporal. Urano é ouranos, o próprio firmamento.

 

3) Técnica e Simbolismo

As técnicas de astrologia natal, horária e eletiva.

O simbolismo: matriz de intelecções, fonte primária para a depuração abstrativa e para a dialética.

 

4) Céu e Terra

O Céu é a dimensão do eterno, imutável, perpétuo, e contém ou significa tudo aquilo que tem como característica comum a permanência, a infinitude e a perfeição: o Bem, a Verdade, a Beleza, a Justiça, etc.

A Terra é a dimensão do tempo, da sucessão, da mutabilidade, e contém ou significa todas as coisas criadas por participação nas realidades celestes.

 

5) O Zodíaco

O Círculo dos Animais: hieróglifos, elementos e qualidades.

Aspectos: trígonos, quadraturas e oposições.

 

6) Os Planetas

As esferas celestes: hieróglifos e regências.

 

7) As Partes da Vida

 

As Doze Casas: significados e regências planetárias.

Ciclos: vital, superior e transcendência.

 

8) Caminhos do Sol e da Lua

Caminho da Lua: a Terra que busca o Céu.

Caminho do Sol: a Terra que recebe o Céu.

O Trânsito entre Céu e Terra.

 

9) O Livre-Arbítrio

Todo o simbolismo astrológico representa as realidades em forma de pressões, circunstâncias ou condições que determinam sempre parcialmente a vida humana. O conjunto de todas as determinações externas não é capaz de gerar um único ato de decisão livre do indivíduo que, se não é livre como ser criado das acidentalidades que condicionam a sua existência, também não é totalmente determinado desde fora pelas mesmas, do contrário o indivíduo não existiria como entidade autônoma, livre e moralmente responsável, que é como sentimos que somos e referimos a nós mesmos.

 

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