Está escrito que tanto judeus quanto gentios pecaram e participaram da traição contra Deus. Isto fica óbvio desde o ponto de vista mas privilegiado possível, o mais universalista, que considera a realidade do Pecado Original, isto é, do Pacto Ouroboros.
Mas até hoje há quem se confunda a esse respeito e creia na boa vontade daqueles que herdaram os erros de seus pais, especialmente quando falamos de Israel e da Igreja Católica, e de todo mundo que se encontra no meio do caminho, cismáticos, reformistas, protestantes, etc.
Todos erraram e continuaram no erro, caso contrário nós não estaríamos aqui. Somos filhos da traição, da usurpação contra o Trono de Deus.
Quando Jesus veio pessoalmente declarar a Lei do Amor, ele foi perseguido, acusado, julgado, condenado e executado por uma aliança entre a quadrilha de Roma e a de Jerusalém, todos ansiosos pelo exercício de um poder temporal ilegítimo e incapazes de reconhecer a Majestade verdadeira quando ela se apresentou bem diante dos seus narizes.
Penso que esses cúmplices de assassinato vão juntos até o Fim do Mundo, numa aliança nefasta entre o Anticristo e o Falso Profeta, provavelmente encarnados, respectivamente, como o falso messias judeu em Jerusalém, e o último Papa em Roma, este último liderando a religião universal das Leis de Noé, fazendo todos os povos da Terra adorarem a Besta.
E é nessa cumplicidade que os filhos do diabo executarão as suas leis de extermínio, isto é, não bastando a renovação do sacrifício ritual de sangue, instalarão a regra do assassinato de cristãos fiéis ao Filho de Deus como prática sagrada, como mandamento divino. E pelos frutos conheceremos as árvores.
Chegará o dia em que a mera lembrança dessas duas cidades, Jerusalém e Roma, servirá apenas para a vergonha de toda a raça humana.