A2: Textos Sagrados

A SEGUNDA Alegação é a de que todos os assim considerados Textos Sagrados estão sujeitos à aceitação e interpretação da instância final de julgamento da consciência individual como o único poder capaz de tomar qualquer afirmação como verdadeira, incluindo toda a interpretação tradicional a respeito da suposta garantia de validação de qualquer parte de um texto, incluindo todas as chaves de sentido das traduções escolásticas e dos conteúdos etimológicos.

Alegação #1: Bíblia, ou Sagradas Escrituras

A PRIMEIRA Alegação é a de que a Bíblia, também referida como Sagradas Escrituras, é uma obra humana, originalmente e eventualmente inspirada, mas não confundida, com a Palavra de Deus, e que não deve ser considerada como fonte de autoridade para além da consciência individual do crente que é espiritualmente informado pela verdadeira autoritativa e nunca provada fonte de toda a verdade, i.e. o próprio Espírito Santo de Deus.

Prefácio, ou Carta-Mandato do Livro das Alegações

O propósito primário deste Livro das Alegações é o de compartilhar a mais simples, clara e assertiva versão das minhas idéias e crenças expressas através das obras publicadas nos últimos três anos, em consonância com o conceito de que uma das mais preciosas atividades humanas além do louvor à Glória de Deus é o testemunho da bondade divina e da nossa correspondente necessidade humana de salvação.

Além disso, um propósito secundário pode ser encontrado no incentivo à consideração das alegações espirituais como realidades garantidas nos corações de todos os seres humanos, sendo assim uma forma de serviço a provocação da consciência dessa realidade através da expressão da minha própria coleção de crenças, mesmo que isso funcione apenas para a clarificação de crenças alheias que estejam em total oposição às minhas próprias.

Finalmente, um terceiro propósito consiste no trabalho para prover a mais apropriada e completa resposta para a preparação à condição amaldiçoada da vida humana na forma específica do seu mais drástico efeito, i.e. a morte das pessoas ao nosso redor e a nossa própria.