Jesus, Alegria dos Homens

A SÉTIMA Alegação é a de que Jesus é a Alegria dos Homens pela sua revelação da verdadeira natureza amorosa de Deus e, consequentemente, da salvação humana através da confiança exclusiva na Graça, de modo que qualquer outra alegria é secundária diante desta realidade espiritual fundamental.

Linguagem

A OITAVA Alegação é a de que a linguagem humana, como a de qualquer criatura, deve ser sempre considerada provisional e discricionária, como um reflexo da sua natureza limitada, em benefício da Humildade e contra a Pretensão, sendo o último e menos importante produto da cadeia de consciência, onde a linguagem é parte do pensamento, o pensamento é parte da percepção, a percepção é parte do ser, o ser é parte da realidade, e a realidade é parte da possibilidade, assim como todas as possibilidades são partes da Possibilidade Universal, de modo que qualquer proposta de limitação da realidade possível aos limites do escopo do pensamento e da linguagem humana é aqui denunciada como um erro.

Prefácio, ou Carta-Mandato do Livro das Alegações

O propósito primário deste Livro das Alegações é o de compartilhar a mais simples, clara e assertiva versão das minhas idéias e crenças expressas através das obras publicadas nos últimos três anos, em consonância com o conceito de que uma das mais preciosas atividades humanas além do louvor à Glória de Deus é o testemunho da bondade divina e da nossa correspondente necessidade humana de salvação.

Além disso, um propósito secundário pode ser encontrado no incentivo à consideração das alegações espirituais como realidades garantidas nos corações de todos os seres humanos, sendo assim uma forma de serviço a provocação da consciência dessa realidade através da expressão da minha própria coleção de crenças, mesmo que isso funcione apenas para a clarificação de crenças alheias que estejam em total oposição às minhas próprias.

Finalmente, um terceiro propósito consiste no trabalho para prover a mais apropriada e completa resposta para a preparação à condição amaldiçoada da vida humana na forma específica do seu mais drástico efeito, i.e. a morte das pessoas ao nosso redor e a nossa própria.