Infalibilidade

A QUINTA Alegação é a de que quanto mais infalível qualquer texto sagrado ou interpretação for considerado, menos pode ser usado como uma interface espiritual pela consciência individual em seu relacionamento com o Criador, de modo que a verdadeira autoridade é desprezada em face da proeza da virtude ou do intelecto humano, e assim o Entendimento como um presente gratuito é recusado ou diminuído.

A4: Bíblia

A QUARTA Alegação é a de que a Bíblia certamente contém: (a) partes adulteradas, (b) partes incluídas para além da intenção de seus autores originais, (c) partes traduzidas incorretamente, (d) afirmações equivocadas baseadas na falibilidade humana, assim como não inclui partes originalmente escritas e posteriormente removidas, todos estes fatos pela razão tanto de erro humano não intencional quanto por razão de intenção maliciosa, sem nenhum prejuízo ao poder do Espírito Santo para usá-la efetivamente e eficientemente para os seus propósitos.

A3: Autoridade

A TERCEIRA Alegação é a de que a única Autoridade irrecusável é a que nunca pode ser provada, portando qualquer alegação baseada em uma prova absoluta é vazia de substância, de modo que a Verdade nunca é uma propriedade de criaturas relativas e criadas sob formas limitadas por natureza, não obstante criaturas racionais possam ter acesso a abstrações ideais que podem ser submetidas a demonstrações não confundidas com alegações sobre realidades concretas.

A2: Textos Sagrados

A SEGUNDA Alegação é a de que todos os assim considerados Textos Sagrados estão sujeitos à aceitação e interpretação da instância final de julgamento da consciência individual como o único poder capaz de tomar qualquer afirmação como verdadeira, incluindo toda a interpretação tradicional a respeito da suposta garantia de validação de qualquer parte de um texto, incluindo todas as chaves de sentido das traduções escolásticas e dos conteúdos etimológicos.

Alegação #1: Bíblia, ou Sagradas Escrituras

A PRIMEIRA Alegação é a de que a Bíblia, também referida como Sagradas Escrituras, é uma obra humana, originalmente e eventualmente inspirada, mas não confundida, com a Palavra de Deus, e que não deve ser considerada como fonte de autoridade para além da consciência individual do crente que é espiritualmente informado pela verdadeira autoritativa e nunca provada fonte de toda a verdade, i.e. o próprio Espírito Santo de Deus.

Mais um “super-herói” que podia ser humilde, mas não foi: The Flash, por Andy Muschietti

Para alguém que é muito rápido, o Flash infelizmente ainda foi muito lerdo para entender o sentido do que viveu em seu último filme (The Flash, por Andy Muschietti).

O único super-herói que faz sentido é aquele que disse de si mesmo: “aprendei comigo que sou manso e humilde de coração“. Mas lá vamos nós assistir gente vestida de palhaço fingindo que são capazes de salvar alguma coisa.

Por que as pessoas ainda têm paciência para assistir filmes como este?

Esta é uma boa pergunta, mas não é o nosso assunto imediato. Deve ser mais fácil eu dizer qual foi o meu próprio motivo: matar aquele que me mata, o tempo. E seria uma felicidade descobrir que o meu semelhante assistiu o filme mais ou menos pela mesma razão, o que não deve estar muito longe da verdade.

The Flash é mediano, não inspira grandes coisas além do tradicional arroz-com-feijão do sentimentalismo em torno da família, já que o personagem, Barry Allen, tem toda a sua vida definida por uma tragédia familiar que o fez perder a vida ordenada e feliz que ele achava que tinha, e que o faz imaginar a perda também de uma suposta boa vida que ele teria em tese perdido para sempre.

Barry trabalha como um remediador, e o tema do filme é a valorização dessa busca com o respeito a uma limitação final que o personagem deve descobrir à duras penas. Já que viaja no tempo, poderíamos imaginar que o herói esbarraria em algum paradoxo típico desse tipo de narrativa, mas ele encontra algo mais sólido e simples, que é a limitação ordenada por um Destino de origem desconhecida. Há coisas que Barry não pode mudar, por mais que tente de novo e de novo no pleno uso de seus poderes. A tentativa de forçar um resultado pessoalmente favorável leva o sujeito a reconhecer a sua própria transformação num vilão ou monstro, o que poderia ser melhor explorado pela desmoralização do juízo arbitrário desde um ponto de vista tão limitado, mas o filme não poderia chegar lá, sendo uma historinha de superhéroi. No fim Barry aceita a limitação e trabalha ao redor dela para remediar os fatos que conseguir dentro da sua competência, mas não percebe que ainda age naquele mesmo espírito de arbítrio, e portanto ignora qualquer design superior que tenha imposto aquelas limitações. Neste sentido, o inalterável é espiritualmente semelhante a qualquer outro paradoxo de filme de ficção científica: uma lei sem um legislador.

Não podemos recusar o desejo de justiça da parte de Barry, mas também não podemos ultrapassar a nossa própria noção definitiva de ignorância.

O filme acertaria, do ponto de vista espiritual, reconhecendo por trás da fraca (mas presente) noção de Destino uma maior deliberação divina na forma da Providência. Mas isso diminuiria a importância dos super-heróis, o que seria obviamente contraditório, para não dizer impopular com a proliferação da apostasia, talvez principalmente da parte do tipo de público que este produto cultural atinge. O Flash poderia ser humilde, mas continuou no seu papelzinho mequetrefe de mero remediador. Com toda sua velocidade parece não ter sido rápido o suficiente para chegar nas conclusões que lhe trariam a verdadeira paz e alegria.

Notas (de 0 a 10):

Valor EMD

Hipótese: P&A 3,0 (Sugestão Demoníaca)

M. Maior – Gratidão/Soberba3
M. Maior – Obediência/Rebelião2
M. Menor – Perdão/Julgamento5
M. Menor – Libertação/Sadismo5
M. Primeira – Liberdade/Masoquismo5
Ataques Avari-Moriquendi2
Testemunho ES-Calaquendi5
Nota EMD3

Valor Espiritual

Humildade/Presunção (heroísmo)3
Presença/Idolatria (família/vida familiar)2
Louvor/Sedução5
Paixão/Terror (ameaça da injustiça terminal)3
Soberania/Gnosticismo5
Vigilância/Ingenuidade (expectativa de felicidade mundana)4
Discernimento/Psiquismo (crença na tragédia como causa)3
Nota Espiritual3,6

Cultural

Inspiração (moral, estética, etc.)4
Informação5
Diversão4
Nota Cultural4,3

Nota Final: 3,6 (IMDB 6,8)

Prefácio, ou Carta-Mandato do Livro das Alegações

O propósito primário deste Livro das Alegações é o de compartilhar a mais simples, clara e assertiva versão das minhas idéias e crenças expressas através das obras publicadas nos últimos três anos, em consonância com o conceito de que uma das mais preciosas atividades humanas além do louvor à Glória de Deus é o testemunho da bondade divina e da nossa correspondente necessidade humana de salvação.

Além disso, um propósito secundário pode ser encontrado no incentivo à consideração das alegações espirituais como realidades garantidas nos corações de todos os seres humanos, sendo assim uma forma de serviço a provocação da consciência dessa realidade através da expressão da minha própria coleção de crenças, mesmo que isso funcione apenas para a clarificação de crenças alheias que estejam em total oposição às minhas próprias.

Finalmente, um terceiro propósito consiste no trabalho para prover a mais apropriada e completa resposta para a preparação à condição amaldiçoada da vida humana na forma específica do seu mais drástico efeito, i.e. a morte das pessoas ao nosso redor e a nossa própria.

Axíoco, livro por PLATÃO

Sócrates recebe a notícia do sofrimento de seu amigo, à beira da morte, e vai ter com ele para descobrir porque este teria mudado de posição: parecia ser uma pessoa muito preparada para receber o fim desta vida, e agora estranhamente lutava contra o seu destino.

Eventualmente Sócrates consegue fazer o amigo recuperar o senso das coisas, o que podemos entender, espiritualmente, como o sucesso do Espírito Santo em persuadir a alma do sofredor com um testemunho contrário aos espíritos de Sedução e de Terror, que são os que mais nos fazem nos apegar à esta vida (o desejo de conservar supostos bens que dependem desta vida para serem gozados, e o medo de sofrimentos ou até o desconhecido).

Poucas realidades definem tão bem e rapidamente a qualidade espiritual de uma alma quanto a morte: coloque um ser humano diante da inevitabilidade deste fato, e você descobre facilmente quem ele é diante de Deus. Isso não impede que os espíritos malignos tentem uma alma neste momento peculiar e único, razão pela qual os testemunhos como os de Sócrates são sempre preciosos e bem-vindos. Mas, se pensarmos bem, a grande loucura da humanidade é viver o seu teatro que finge que a morte não existe, ou que não é relevante, ou que é superada pela imortalidade simbólica da descendência, porque toda essa recusa de uma realidade tão fundamental é o que afasta a consciência da paz e serenidade de considerar as coisas tais como elas são, sob o prisma mais universal possível. Em suma: se não existisse a cultura de cativeiro e de mentira, seria muito mais fácil e acessível a contemplação da vida e da morte, e os seres humanos poderiam viver de forma mais pacífica e ordeira, porque deixariam de disputar muitas tolices e mesquinharias pelas quais se deixam perder. É do interesse dos espíritos infernais que a contemplação do sentido da morte não entre nas almas humanas, pois assim se tornam mais persuasivos nas suas várias ilusões.

Voltando ao Axíoco, vale a pena rever partes do argumento socrático, no que esta vida miserável é condenada, quase que fazendo um espelho de Gênesis 3 e descrevendo esta experiência como decaída e amaldiçoada, de tal modo que a morte decretada por Deus se torna uma solução, uma verdadeira bênção:

Esse testemunho de Sócrates espelha não só a sabedoria do Gênesis, mas também de tantos outros testemunhos em ambos os Testamentos que refletem a realidade da vida humana sob esta condição. É nesta concordância que podemos repousar e reconhecer que não existe uma sabedoria pagã, ou judaica, ou mesmo cristã, mas divina e universal: e é pela condição humana poder ser universalmente compreendida que podemos, aí sim, receber a Graça do Evangelho, a particularidade do testemunho cristão, que é a promessa da salvação total desta condição. Esses gregos antigos podiam não ter a melhor parte, que nós guardamos hoje, graças a Jesus Cristo, mas eles já tinham o território preparado para o recebimento da Boa Notícia.

Outra contribuição socrática à reflexão a respeito da morte vem de um discurso que lembra que a morte por si não pode ser temível de forma alguma, e que na verdade só o que podemos temer é algum tipo de vida pela qual certas sensações nos são possíveis:

Esta reflexão é invencível. O único medo que a morte pode nos proporcionar, legitimamente, é o de uma passagem para outra condição de vida que seria negativa por tais e quais razões. Daí a importância muito maior da discussão da natureza de Deus (Quem Ele É?) do que a da morte em si: muito mais vale entender quem é que nos coloca nesta vida, ou em qualquer outra após a passagem desta, e porque o faz, do que temer o mero cessar da experiência de qualquer vida, já que o fim da atividade da alma não apresenta perigo de nenhuma espécie, e nem a privação dos bens e nem o temor dos males pode ser sofrido por quem não vive para experimentar essas coisas.

Tendo isto em vista, a força do Evangelho ganha toda a sua majestade. Porque se trata de receber a revelação de Quem Ele É, e do motivo de nossa passagem por esta existência atual, e do destino eterno de nossas almas com a confiança na melhor das notícias que se poderia ter a esse respeito: a que o Filho de Deus nos trouxe, de que Deus é nosso Pai.

Por outro lado, o próprio sentido da Ressurreição se esclarece totalmente, como destino imediato aos crentes que não relutam, e até como destino final aos relutantes que serão vencidos pelo Amor divino naquele Juízo Final.

Converte-se, assim, o que era motivo para temor ou até desespero, em alegria e esperança. A morte das Obras da Carne é a promessa de libertação para quem ama a Deus verdadeiramente, e quer se ver livre da mentira da Mistura. Não há nem drama e nem tragédia, resta apenas a apreciação de uma comédia divina.

Nota espiritual: 6,3 (Calaquendi)

Humildade/Presunção6
Presença/Idolatria7
Louvor/Sedução-Pacto com a Morte8
Paixão/Terror-Pacto com o Inferno8
Soberania/Gnosticismo5
Vigilância/Ingenuidade5
Discernimento/Psiquismo5
Nota final6,3

Hálcion, livro por PLATÃO

Neste breve suspeito/apócrifo platônico, o elemento principal que tem alto valor espiritual para nós é a correção do antropocentrismo, dessa ousadia de determinar a causalidade absoluta a partir da relativíssima posição da experiência humana:

Lembro-me de que na introdução da minha Monadofilia fiz questão de apontar a correção desse tipo de engano. Faz parte dos três questionamentos que precisei notar logo de início: sobre a escassez, a causalidade e a irreversibilidade. A psique humana, condicionada pela experiência da Queda e da Maldição, tenta conceber que qualquer realidade possível seja estruturada de acordo com as leis que regem esta sua experiência contingente, vazando para uma metafísica aquilo que é uma disposição tão somente física e, ainda assim, nessa sua qualidade, suficientemente misteriosa para que mesmo assim se pretendesse postular os limites do possível, como estes próprios interlocutores do Hálcion observam ao fim desta passagem, ao se referir ao universo das coisas observáveis como um todo.

Aqui tratou-se do problema da causalidade, e com fácil resposta: se os poderes divinos já produziram grandezas e complexidades maiores, qual seria a dificuldade de realizar uma transformação menor dentro do escopo desta mesma natureza criada?

Em outro diálogo subsequente, entitulado Erixias, sobre o qual não faremos uma análise específica, o tema será o da escassez, concluindo que os mais ricos de bens materiais são os mais miseráveis por serem mais dependentes, ou determinados, pela sua escassez relativa desse tipo de bens.

Fico feliz ao observar que a relativização do condicionamento psíquico do homem no seu estado presente fez parte de uma filosofia antiga como esta platônica (ou pseudo-platônica), e não é difícil entender como esse é um requisito para se conceber a Possibilidade Universal, um conceito filosófico, ou a Onipotência, um conceito teológico, sem o prejuízo da mesquinharia do ponto de vista humano típico.

Nota espiritual: 6,3 (Calaquendi)

Humildade/Presunção8
Presença/Idolatria8
Louvor/Sedução-Pacto com a Morte5
Paixão/Terror-Pacto com o Inferno5
Soberania/Gnosticismo8
Vigilância/Ingenuidade5
Discernimento/Psiquismo5
Nota final6,3

Demódoco, livro por PLATÃO

Nestas breves conversas expostas neste trabalho nós temos a retomada de uma temática presente em outro texto que não estudamos aqui, o Da Virtude, o qual considerei desnecessário apresentar e avaliar, pela razão de o tema já ter sido exaurido antes: a virtude (areté) não pode ser transmitida nem por natureza e nem por ensino, só restando a hipótese da dispensa por pura Graça divina. Já havíamos elogiado essa doutrina platônica antes.

Mas com este Demódoco, temos uma expansão da mesma idéia da ignorância humana, e assim das alternativas espirituais de Humildade e Pretensão, para outros campos mais cruciais do que a do problema do ensino da virtude.

A primeira parte postula o absurdo dos aconselhamentos e votos num sistema de Assembléia: se qualquer conselho fosse identificável como bom, aquele que pudesse ter esse reconhecimento já teria a solução, e não seria necessário nem acumular conselhos e muito menos votos sobre quais seriam os melhores conselhos; se, por outro lado, um conselho não pudesse ser identificável como bom, não é o acúmulo deles que muda a incapacidade de juízo da parte dos ouvintes e eleitores. Ou seja, a multiplicação das opiniões e dos votos apenas servem para produzir a imagem do conhecimento da verdade, mas é uma farsa.

A segunda parte postula o absurdo da decisão num processo judicial ser produzida a partir de um número determinado de testemunhos, como por exemplo se costuma estabelecer num processo de acusação de que o réu deve ter a chance de se defender na mesma medida em que o acusador teve a chance de acusar: embora esse procedimento transmita a impressão (novamente, a aparência) de verdade e justiça, não muda em nada o fato de que tanto um quanto outro testemunho pode ser equivocado por engano ou malícia, e não é a soma de discursos e a comparação entre eles que pode produzir realmente a decisão mais justa.

A terceira parte postula o absurdo da crítica da decisão alheia de não se deixar persuadir por um argumento (no caso específico, um pedido de empréstimo de dinheiro), de vez que se o discurso não é persuasivo e a culpa é do seu emissor, já que se ele fosse persuasivo, teria gerado efeito na liberdade alheia. O ônus é da parte daquele que critica, não cabendo a quem defende sua liberdade de negação nenhuma obrigação de se deixar persuadir pelo que não é persuasivo. Esta é uma valiosa e rara defesa do dom de Soberania na obra platônica, mesmo que num texto suspeito/apócrifo. Isso para nem falar da destruição da idéia religiosa de correção fraterna, ou de defesa em geral da Tradição: os que se pensam virtuosos sempre possuem o ônus do convencimento. A noção disso é tão espontânea e natural no ser humano, que assim que a liberdade é dada ao ser humano, ele imediatamente desqualifica as autoridades temporais que eram louvadas até a véspera. Sempre foi assim.

A quarta e última parte postula o absurdo de se criticar a credulidade diante desconhecidos em contraste com a suposta prudência de se preferir dar crédito a familiares e amigos, e isso por duas razões. Primeiro, como se pode julgar a credibilidade de alguém, se não se colocar em experiência a sua qualidade moral com um gesto inicial de confiança? E segundo, os desconhecidos nossos não são conhecidos de outros, familiares e amigos de terceiros, tanto quanto os nossos familiares e amigos são desconhecidos aos outros, de modo que essa distinção de confiabilidade termina por ser totalmente artificial e contingente?

O chamado bom senso derivado de hábitos e costumes possui a eficiência limitada de sua função social determinada, e não passa disso. Quando contestadas nas suas últimas implicações, as práticas comuns e mesmo as leis humanas são facilmente criticáveis. Isto é o que observamos nos vários exemplos dados no Demódoco.

Filosoficamente, o que nos importa é a observação de que a verdade não é uma propriedade social, e nem pertence a uma sabedoria tradicional a qual nos cabe apenas aprender e repetir. Ao contrário, o amor do buscador da verdade o levará a questionar as coisas tidas como mais certas e garantidas, possivelmente gerando desconfortos sociais ou até litígios, como se vê no caso do próprio Sócrates.

Espiritualmente, vale a jornada da vida da Graça, com Humildade, Presença, Soberania, etc., tudo isso reforçado pela prática filosófica da demolição das falsas verdades sociais. Agora, esta jornada é diretamente vivida diante de Deus, e só indiretamente diante dos homens. Essa prioridade é essencial para não se cair nem na frieza de Éfeso (odiando o próximo), e nem na mornidão de Laodicéia (fazendo-se acordos entre o espírito do mundo e o Espírito Santo). É preciso viver separadamente, santamente, o que obviamente somente Deus mesmo pode nos conceder, desde que queiramos.

Nota espiritual: 6,1 (Calaquendi)

Humildade/Presunção8
Presença/Idolatria7
Louvor/Sedução-Pacto com a Morte5
Paixão/Terror-Pacto com o Inferno5
Soberania/Gnosticismo7
Vigilância/Ingenuidade6
Discernimento/Psiquismo5
Nota final6,1